Foi realizada a primeira intervenção de limpeza de biomassa no charco da escola do ano de 2026, garantindo o equilíbrio do ecossistema para a primavera e mitigando a libertação de gases com efeito de estufa.A equipa dos "Guardiões do Charco", composta por alunos do Programa Educativo Individual (PEI), realizou a primeira operação de manutenção técnica do ecossistema aquático escolar. Acompanhados pelas docentes Helena Dinis e Rosa Batista, e pela funcionária Dona Marta, os alunos procederam à remoção estratégica de matéria orgânica em decomposição, uma medida essencial para a preservação da biodiversidade e para o controlo de emissões de gases de efeito de estufa (GEE). O foco principal da intervenção foi a retirada do excesso de folhas e detritos acumulados. Do ponto de vista ecológico, o excesso de matéria orgânica em ambientes aquáticos estagnados promove a decomposição anaeróbica. Este processo, além de consumir o oxigénio vital para a fauna aquática, é responsável pela libertação de metano (CH4), um gás cujo potencial de aquecimento global é significativamente superior ao do dióxido de carbono. Com a redução da carga orgânica, o charco encontra-se agora em condições otimizadas para o regresso da primavera, período em que a atividade biológica intensifica e a água requer maior oxigenação para suportar o desenvolvimento de anfíbios e micro-organismos.
Esta iniciativa dos "Guardiões do Charco" reforça o papel do charco como um laboratório vivo, onde a manutenção preventiva assegura a viabilidade deste recurso pedagógico para toda a comunidade escolar.
Esta iniciativa dos "Guardiões do Charco" reforça o papel do charco como um laboratório vivo, onde a manutenção preventiva assegura a viabilidade deste recurso pedagógico para toda a comunidade escolar.





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